Jogos de terror: Confira uma lista completa com os melhores dessa geração!

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Fala, galera! Como o nome do artigo já diz, a presente lista tem o intuito de abordar os cinco melhores jogos de terror dessa geração – selecionei tudo de 2014 em diante.

Ela não segue uma classificação específica, então não quer dizer que um jogo da lista é melhor do que o outro por conta da ordem em que foi listado. Além disso, tentei trazer alguns títulos que eu vejo pouca gente falando, a fim de instigar a curiosidade de vocês. Em cada um, vou abordar as principais características dos jogos, novidades, dicas de como funciona o jogo e a melhor maneira de jogá-lo.

Se você é um gamer e se amarra em jogos de terror aqui é seu lugar. Não deixe de ler até o final, ok? Esse conteúdo está recheado de informações e tenho certeza que você vai tirar de letra quando tiver que escolher um jogo de terror para jogar. Vamos conferir?

Jogos de terror: Resident Evil 7

Lançado em 2017, o mais recente título da franquia Resident Evil deu o que falar. “Isso é Resident Evil mesmo?”, eu ouvia gente perguntando. A gente já chega lá.

No jogo, você é Ethan Winters, um cara que recebe uma mensagem da sua mulher, presumidamente morta há 3 anos, que supostamente está presa no porão de uma casa abandonada – anteriormente pertencente à família Baker.

Conforme a trama desenrola, essa família vai fazer da sua vida um inferno, e eu nem quero citar momentos icônicos para não te dar spoilers do game.

Como de costume em jogos de terror, o cara é um civil sem habilidades de combate que aprende a manejar as mais diferentes armas no ato.

É como um amigo meu de infância diz: “na hora do sufoco, as pessoas criam super poderes”.

Mesmo sendo em primeira pessoa, o jogo trouxe de volta a vibe do Resident Evil 1. Espaço limitado para itens, sistema de baú muito necessário para trocar suas armas, qualquer vacilo e você tá morto. A história envolve e a ação é bem contida no início – você basicamente tem que ficar correndo do papai Baker, algo proposital feito para deixar muita gente nervosa.

É um prato cheio para quem gosta de terror psicológico, mas curte também dar uns tiros nos bichos que te atormentam durante o jogo.

Outlast

outlast jogos de terror

AAAAA. É a primeira coisa que eu penso quando falo de Outlast. É impossível pensar em outra coisa.

Em Outlast, você é um jornalista chamado Miles Upshur, que recebe um email anônimo de alguém que se intitula The Whistleblower (que é um termo em inglês para informante, no Brasil também chamado de X9). A mensagem fala sobre umas coisas estranhas que estão sendo praticadas em um hospício, pertencente à organização Murkoff.

Você vai lá ver o que é, afinal de contas, o aluguel precisa ser pago e você precisa de uma matéria, e o local tá deserto. Mas não só isso, carros da SWAT estão parados na frente.

Ao adentrar e desbravar o hospício, cara… Eu vou me limitar em dizer que foi uma das experiências de terror mais únicas pelas quais eu já passei, me lembrando muito Fatal Frame e Silent Hill: Shattered Memories. O que eu posso te adiantar, é que você vai se deparar com muita gente querendo te matar, e você só pode fazer uma coisa: CORRER. MUITO.

O jogo teve uma DLC, com nome de Whistleblower, que conta como o homem descobriu sobre o hospício e te deu a dica. É tão válida quanto o jogo, aconselho que ela não seja deixada de fora.

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Outlast 2

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AAAAA. De novo. Seguindo a linha de terror do Outlast 1, sua continuação é tão perturbadora quanto. Eu preferi o primeiro jogo da franquia, mas isso não quer dizer que o segundo não seja ótimo.

Na continuação, você é o cameraman Blake Langermann, que trabalha com a sua esposa, Lynn. Vocês são jornalistas investigativos, e querem chegar onde ninguém mais chegou na área.

Isso faz com que vocês dois comecem a investigar o assassinato “impossível” de uma mulher grávida desconhecida. Com isso, vocês vão parar em um lugar ermo no Arizona de helicóptero. O helicóptero cai. Tá feita a festa.

Você tem que fugir de duas facções religiosas fanáticas rivais, achar sua mulher e dar um jeito de cair fora dessa área onde o helicóptero caiu. Ou seja, assim como no primeiro, você precisa CORRER MUITO.

A história do jogo é contada como no primeiro título: gravações, documentos, além do diferencial das lembranças do seu personagem.

Prepare-se para o final, você provavelmente não vai entender e vai ter que procurar na internet o significado. Vai por mim, é tipo tentar entender Donnie Darko sozinho.

Diferente do primeiro, o jogo não terá uma DLC, conforme já confirmaram os desenvolvedores.

Stories Untold

Esse jogo indie lançado em 2017 é EXCELENTE, mas complicado de falar sobre sem dar spoilers. O que eu posso dizer é: ele é composto de puzzles, muitas vezes envolvendo textos (você precisa digitar para resolver) e a câmera é em primeira pessoa.

Ele se passa em 1986, e é muito bem ambientado. Você joga quatro histórias de terror diferentes, e então as coisas começam a se encaixar. O final é muito bom e amarrado, fazendo com que você finalmente entenda tudo.

Eu tenho que ser bem breve, porque muito do jogo está na experiência única que ele representa.

Menção honrosa: Silent Hill

Ô cidadezinha, viu? Impossível fazer uma lista com os melhores jogos de terror sem Silent Hill, especificamente o primeiro jogo.

No primeiro título da famosa franquia, você é Harry Mason, que perdeu a esposa há quatro anos por conta de uma doença, e tem uma filha adotiva chamada Cheryl. Por conta do desgaste que a perda de sua esposa acaba causando, Cheryl recomenda que Harry tire férias em Silent Hill, uma calma cidade no Maine.

Daí tudo desanda. Ele bate de carro, se perde da filha, e os podres da cidade começam a se revelar. Cidade mudando de visual ao toque de uma estranha sirene, crianças armadas com facas, pterodátilos assassinos, pessoas estranhas. Tudo nesse jogo é estranho e causa desconforto.

Para a galera mais nova que não teve oportunidade de jogar o primeiro título, jogue! Lembro quando eu tinha 10 anos, não sabia inglês, e demorei quase 2 anos para resolver todos os puzzles do game. Foi uma experiência sensacional!

O jogo está disponível em qualquer emulador de PlayStation 1, que você acha facilmente na internet.

The Vanishing of Ethan Carter

Fechando a lista, este jogo é uma obra-prima, mas que afasta muitos pela sua dificuldade. Você é Paul Prospero, um detetive sobrenatural que resolve casos nos quais a polícia não acredita. Paul recebe uma carta de Ethan Carter, e quer ajudar a encontrar o garoto e sua família.

O jogo não te dá NADA de mão beijada, você aprende tudo no decorrer dele, e talvez seja esse o motivo que afasta as pessoas. Você já viu o seriado Sherlock, com o Benedict Cumberbatch? Sabe aqueles efeitos bacanas dos primeiros episódios quando ele analisa as coisas e as conclusões dele vão aparecendo na tela?

The Vanishing of Ethan Carter trabalha com isso, e cada descoberta do jogo é satisfatória, porque você conseguiu SOZINHO. Além disso, você ainda tem que lidar com os sustos e com o medo, já que você não tem habilidades de combate. Se você é fã do gênero, esse jogo é obrigatório!

É isso, pessoal. Tentei falar do enredo dos jogos de terror de forma objetiva, visando atiçar a curiosidade de vocês. O gênero de terror está muito bem representado por estes e muitos outros títulos que não estão na lista – quem sabe em uma próxima?

Um abraço!

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Last modified: novembro 14, 2018

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